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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Crise na Construção Civil


Olá amigos profissionais do ramo da Construção!



Gente...
Analisando um pouco mais de perto esta nossa crise, resolvi escrever este post para que tenhamos uma noção de, “a quantas anda” nosso ramo, que hoje já vê uma baixa nas vendas e no serviço. Este post, diferente dos outros, é um poucos extenso, mas vale muito a pena dar uma olhada.

            De acordo com o Site Exame.com, o setor vive uma crise jamais vista no Brasil. Somente em São Paulo, notificaram 600mil demissões em apenas 12 meses.

Segundo levantamento de MELHORES E MAIORES, a rentabilidade do setor caiu de 11,2% em 2013 para 2,3% em 2014 e apenas três das 23 empresas de construção classificadas entre as 500 maiores do país conseguiram crescer no último ano. A Odebrecht, a maior delas, teve queda de 32% nas vendas.
Especialistas e executivos do setor ouvidos por EXAME são unânimes em afirmar que a recuperação da crise será lenta e deverá começar apenas em 2017.
“Muitas empresas ficarão pelo caminho. Mas mesmo as outras companhias terão até cinco anos difíceis pela frente”, diz Claudio Porto, presidente da consultoria Macroplan.

O mercado de construção civil, obviamente, não é o único que sofre com a retração econômica do país. Outros setores, como a autoindústria, tiveram um 2014 ainda pior, com retração de 15% nas vendas. As fabricantes de eletroeletrônicos encolheram 9%. Todos eles sofrem de uma nefasta combinação de inflação perigosamente alta, desemprego crescente, aumento dos juros, restrição no crédito, falta de confiança no governo.

O site Exame.com ainda salienta que o mercado de construção tem peculiaridades que tornam sua situação particularmente complexa. O próprio setor contribuiu para sua derrocada, tanto no caso das construtoras de imóveis quanto no caso das empreiteiras. No primeiro grupo, anos de euforia levaram a um excesso de ofertas em algumas grandes cidades — e, em consequência disso, uma “paradeira” geral nos lançamentos.
No segundo, o problema, como bem se sabe, é o estouro do escândalo de corrupção flagrado pela Operação Lava-Jato. Mas o lado mais particular — e perverso — da crise da construção é o potencial que ela tem de piorar ainda mais a economia brasileira. A começar pelo seu tamanho — o setor é responsável por cerca de 6,5% do produto interno bruto do país e emprega, diretamente, mais de 3 milhões de pessoas.
Uma crise, portanto, provoca um efeito dominó em toda a economia. A prisão dos executivos das maiores empreiteiras do país, por exemplo, levanta uma dúvida sobre o andamento das principais obras de infraestrutura e até da Olimpíada de 2016. Novos leilões de infraestrutura estão em xeque.
As dívidas das empreiteiras — que passam de 100 bilhões de reais — também podem levar os principais bancos do país a perdas que, por sua vez, restrinjam ainda mais a concessão de crédito. Apenas a Odebrecht, cujo presidente, Marcelo Odebrecht, foi preso em 19 de junho, tem 63 bilhões de reais em dívidas.
Para entender a lentidão na recuperação, é preciso analisar separadamente a situação das empreiteiras e a do mercado imobiliário.
A matéria analisa os ramos e setores e conclui que no segmento de imóveis comerciais e residenciais, o maior problema é o excesso de estoque das companhias. Incorporadoras como Even, Gafisa e PDG têm imóveis prontos ou em construção que equivalem a quase dois anos de vendas. Na Rossi, o estoque é de 50 meses.
Salienta também que até 2016, pelo menos, a principal missão dessas empresas será se livrar de todos esses apartamentos. Para isso, elas estão dando descontos de até 50% no preço dos imóveis. Então podemos entender que a ordem é colocar dinheiro em caixa o mais rápido possível para pagar as dívidas e parar de perder dinheiro.
De acordo com Exame.com a volta dos lançamentos ainda não está no radar. No primeiro trimestre, as incorporadoras de capital aberto cortaram 68% dos lançamentos na comparação com o início de 2014. Seis das 13 incorporadoras de capital aberto, como Tecnisa e Brookfield, não lançaram um único empreendimento neste ano.
O problema é que, quanto mais agressivas as promoções, maior o número de clientes que desistem de pagar apartamentos comprados nos últimos anos e que estão sendo entregues agora — valendo menos do que na hora da compra. Os distratos, como são chamadas as devoluções, deverão somar 7 bilhões de reais no ano, segundo a agência de risco Moody’s. “Enquanto não se livrarem dos estoques atuais, as empresas não têm como pensar no futuro. Dificilmente o cenário melhorará antes de 2017”, diz Lucas Gregolin Dias, analista do Banco Fator.
Tentar recuperar o valor de mercado perdido é uma tarefa de prazo ainda mais longo. Desde o pico, em 2010, as incorporadoras listadas perderam 41 bilhões de reais de valor de mercado.
Entre as empreiteiras, estimar o ritmo de recuperação é impossível enquanto a Operação Lava-Jato não for concluída. Por enquanto, o governo não deu sinais de que pode suspender contratos públicos com essas companhias durante as investigações. Mas, caso sejam punidas, as empreiteiras podem encontrar restrições legais para entrar em licitações.
Antes mesmo que isso aconteça, podem enfrentar problemas de liquidez e atrasos de pagamentos para obras em andamento, como as hidrelétricas de Belo Monte ou o porto do Rio de Janeiro, que estão sendo tocados pela Odebrecht, ou a Vila Olímpica do Rio de Janeiro, a cargo da Camargo Corrêa.
A matéria retrata uma certeza no caminho das empreiteiras. A oportunidade de negócios está em queda. Apesar do novo pacote de infra-estrutura, anunciado em junho pelo governo, os investimentos em obras públicas deverão cair 19% neste ano, algo como 25 bilhões de reais, segundo a consultoria InterB.
A Petrobras, principal cliente das empreiteiras investigadas na Lava-Jato, prevê cortar cerca de 30% dos investimentos até 2019 — apenas em 2015, o corte previsto é de 15 bilhões de dólares. Com o governo segurando as despesas, essas companhias também terão dificuldades de receber aditivos de obras em andamento.
A Andrade Gutierrez, cujo presidente, Otavio Azevedo, também foi preso em 19 de junho, precisou captar no fim de 2014 um empréstimo de 400 milhões de reais por causa do atraso de uma série de pagamentos. Sem caixa e sem novos contratos, o último recurso dessas companhias é entrar com recuperação judicial para renegociar as dívidas, como já fizeram a OAS e a Galvão Engenharia. O desenrolar das investigações pode forçar outras companhias a seguir esse caminho.
A velocidade com que o setor de construção sairá da crise depende, claro, do “humor” da economia como um todo e do insondável futuro da Lava-Jato. Mas o governo também pode ajudar. No caso das empreiteiras, fatiar novos pacotes de concessões em pedaços menores poderia trazer novas construtoras, menores e possivelmente estrangeiras, para o jogo.
Para o mercado imobiliário, o jeito seria facilitar o crédito, hoje em queda livre, liberando uma parcela maior do depósito compulsório dos bancos. Mas, em ambos os casos, seriam medidas essencialmente paliativas.

Como podemos ver nesta matéria, não foi fácil criar uma crise do tamanho da atual e, sem duvidas, sair dela não há de ser diferente.

Deixe seu comentário, vamos debater sobre isso,o que você vê com relação a esta crise?  

Um grande abraço!
Em breve mais postagens como essa.
 

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Qual a capacidade de minha Betoneira?



Olá amigos!!!

 Existem perguntas que, na maioria das vezes trazem uma dor de cabeça muito grande a você construtor...

 Qual será a capacidade certa de uma betoneira?
Quanto de argamassa posso produzir de uma só vez?
Será que não estou exigindo demais da maquina?
Entre outras...


Pois bem.
A primeira coisa que devemos lembrar é:
Para cada tipo de obra existe um tipo de betoneira.
Não adianta pensar que com uma betoneira de 120litros vamos levantar um prédio de três andares em quinze dias, cada maquina tem sua capacidade de trabalho e cada peça, sua vida útil.

Tendo isso em mente, podemos ter uma base melhor sabendo que:
A betoneira de 120 litros nos fornece cerca de 80litros de argamassa e é possível realizar cerca de 15 ciclos por hora gerando uma quantia de 1,2m³ de concreto nessa hora.

Assim como a betoneira de 120litros, a maquina de 400litros nos oferece, no rendimento final da mistura, cerca de 230 litros de argamassa pronta, realizando-se também 15 ciclos/h temos, ao final de uma hora cerca de 4,5m³ de concreto.

É de extrema importância sabermos deste calculo na hora de locarmos uma betoneira ou deslocarmos uma de nossas máquinas até o canteiro de obra.
Com certeza se fizermos esse calculo, a máquina certa irá para a obra certa e com pessoas conscientes, sem duvidas os custos serão minimizados.

Grande abraço a todos e uma ótima semana.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O Local Correto para a Betoneira



Olá amigos leitores, hoje conversaremos um pouquinho mais sobre o local correto para acondicionar sua betoneira na obra.


            Levando em consideração o melhor acesso e maior comodidade, como também maiores rendimentos, a betoneira deve estar localizada em um ponto estratégico.

 Tudo começa com o descarregamento do material, a descarga do mesmo deve ser realizada o mais próximo possível do local de sua utilização e a máquina acondicionada de maneira que se possa carregar de um lado e descarregar de outro. Além de se agilizar o processo de fabricação do concreto, fica bem mais cômodo pelo fato de não precisar caminhar distante com uma medida (lata ou balde) cheia nas mãos e transforma a pá em sua medida padrão.

              
A nivelação é de extrema importância tanto para o melhor manuseio quanto para a própria máquina. A betoneira deve estar em local plano, jamais pendida para qualquer um dos lados, pois, por sua base ser de apenas três “pés” é muito fácil de tombá-la fazendo com que ocorra um acidente e possivelmente a quebra da máquina, sem mencionar seu ângulo de trabalho que é projetado especificamente para que a máquina trabalhe no nível.

               

               
     Com material acondicionado próximo ao trabalho e maquina nivelada ligeiramente ao lado do material, é só começar a trabalhar! Vamos lá?



Ótimo dia a todos e excelente Trabalho!

Grande abraço!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A importância do Equipamento de Proteção Individual ( EPI )



Olá meus amigos!

Quem de nós, já não pensou, depois de sofrer um acidente:
- Nossa! Inda bem que eu estava usando isso!!!

Os EPI’s são fundamentais em ambientes de trabalho que geram perigos diversos como quedas de objetos, manuseio de materiais cortantes, deslocamento de fagulhas, etc.
O equipamento de proteção individual tem como único objetivo, proteger o usuário, quer seja capacete, luvas, óculos, protetores auriculares ou mascara, todos eles, sem exceção, minimizam os riscos de cortes, pancadas, inalação de gases tóxicos e poeiras, enfim, danos a nossa saúde.

Eu sei... naquele dia quente, quando estamos suados, colocar um capacete ou uma mascara é mais complicado e muitas vezes incomodo mas pense bem, um ferimento é muito pior do que um incômodo momentâneo.

Existem momentos em que, muitas vezes, estamos despercebidos e acontece uma coisa inusitada, é exatamente aí que acontecem os acidentes.

Quer ver?
Vou contar uma experiência um tanto quanto desagradável.

Estávamos instalando um motor trifásico em um vibrador de concreto para fabricação de tubos de concreto. Ao instalar o motor no interior do “macho” (tubo em metal de mais ou menos 1m de diâmetro por 1,5m de comprimento) , fizemos os devidos apertos e com tudo pronto, fomos testar se estava tudo funcionando como deveria.
Como não tínhamos chave trifásica no momento, liguei a flecha direto na tomada, no momento do contato, a flecha estava em curto, uma língua de fogo de mais ou menos 50cm saiu da parte traseira da flecha exatamente onde minha mão estava, causando queimaduras de segundo e terceiro grau.
Resultado? Muita dor e alguns dias sem trabalhar, que convenhamos, pela dor passada e noites em claro, preferia descarregar sozinho 10 caminhões de pedra ao invés de passar pelo que passei.
Pensando que se eu estivesse usando Luvas naquele momento, nada do que aconteceu teria acontecido, chego à conclusão de que vale a pena sim passar um pouquinho de trabalho momentâneo e usar os EPI’s para que coisas assim não aconteçam.

Assim como uma queimadura, coisas muito piores podem acontecer, principalmente em um canteiro de obras.
Pense nisso!
Quem sabe, a partir de hoje, vamos cuidar melhor de nosso bem estar usando a proteção necessária que nos é oferecida?

Ótimo dia a todos!
Grande abraço!